Com as questões ambientais na ordem do dia, a União Europeia propõe que, até 2010, 20% do total de energia consumida na União provenha de fontes renováveis e ainda, até 2020, uma redução de 20% das emissões de gases com efeito de estufa, em relação aos níveis de 1990 . Tal notícia parece-me promissora, no sentido em que põe a Europa a liderar alguma coisa a nível mundial, ou seja uma estratégia global para o ambiente.
Contudo, será isto suficiente? Não me refiro aos números, mas sim à estratégia muito focada na energia. Afinal qual a Questão Magna das alterações climáticas?
De toda esta questão sabemos já duas premissas que devem estar sempre presente:
1. O clima do planeta sofre mudanças naturais desde sempre.
2. A acção do homem acelerou estas mudanças naturais.
Ora, talvez devido à mediatização do problema, apenas nos temos debruçado sobre o segundo ponto. Com certeza, é a nossa forma de nos redimirmos de alguns excessos.
A verdade é que atacar somente o segundo ponto apenas adia o problema, ao tentar desacelerar o inevitável do primeiro ponto. Existem diversos estudos que por muito diferentes que sejam, em relação a números, todos indicam como efeitos das alterações climáticas entre outros a subida do nível do mar e o aquecimento global. Isto é o inevitável independentemente do seu grau de impacto.
Podemos e devemos ser mais racionais nos nossos consumos e melhor aproveitar o que a natureza nos oferece. Mas, para responder ao primeiro ponto, o homem tem de se adaptar ao inevitável. Sempre foi a chave da sobrevivência neste planeta.
Ou seja, se sabemos que o nível do mar irá subir é necessário deixar livre faixas costeiras para que ele possa subir sem prejudicar ninguém. É preciso uma aplicação séria do planeamento do território e de facto impedir a construção em locais onde um dia (pelo menos nos próximos 100 anos) serão do mar. Obviamente não me refiro a pequenos bares à beira-mar pois são de carácter temporário, mas sim a construção mais permanente.
Hoje em dia, com o conhecimento da natureza que o homem possui, já temos mapas globais de localização das principais falhas sísmicas, de vulcões e outras inevitabilidades naturais. A verdade é que se continua a construir desenfreadamente em Los Angeles, plena falha de Santo André. Um dia o inevitável voltará a acontecer causando prejuízos a milhões.
O que falta? Falta vontade política, para definir zonas de verdadeiro risco e disciplinar a ocupação do território de forma que a população viva em segurança e a natureza tenha espaço para se manifestar.
Contudo, será isto suficiente? Não me refiro aos números, mas sim à estratégia muito focada na energia. Afinal qual a Questão Magna das alterações climáticas?
De toda esta questão sabemos já duas premissas que devem estar sempre presente:
1. O clima do planeta sofre mudanças naturais desde sempre.
2. A acção do homem acelerou estas mudanças naturais.
Ora, talvez devido à mediatização do problema, apenas nos temos debruçado sobre o segundo ponto. Com certeza, é a nossa forma de nos redimirmos de alguns excessos.
A verdade é que atacar somente o segundo ponto apenas adia o problema, ao tentar desacelerar o inevitável do primeiro ponto. Existem diversos estudos que por muito diferentes que sejam, em relação a números, todos indicam como efeitos das alterações climáticas entre outros a subida do nível do mar e o aquecimento global. Isto é o inevitável independentemente do seu grau de impacto.
Podemos e devemos ser mais racionais nos nossos consumos e melhor aproveitar o que a natureza nos oferece. Mas, para responder ao primeiro ponto, o homem tem de se adaptar ao inevitável. Sempre foi a chave da sobrevivência neste planeta.
Ou seja, se sabemos que o nível do mar irá subir é necessário deixar livre faixas costeiras para que ele possa subir sem prejudicar ninguém. É preciso uma aplicação séria do planeamento do território e de facto impedir a construção em locais onde um dia (pelo menos nos próximos 100 anos) serão do mar. Obviamente não me refiro a pequenos bares à beira-mar pois são de carácter temporário, mas sim a construção mais permanente.
Hoje em dia, com o conhecimento da natureza que o homem possui, já temos mapas globais de localização das principais falhas sísmicas, de vulcões e outras inevitabilidades naturais. A verdade é que se continua a construir desenfreadamente em Los Angeles, plena falha de Santo André. Um dia o inevitável voltará a acontecer causando prejuízos a milhões.
O que falta? Falta vontade política, para definir zonas de verdadeiro risco e disciplinar a ocupação do território de forma que a população viva em segurança e a natureza tenha espaço para se manifestar.
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